19 de julho de 2016

2 de julho de 2016

Review: Coldplay em Londres 15.06.16

Ir ao show do Coldplay em Londres foi uma das experiências mais fantásticas que poderia ter me acontecido durante esses seis meses que fiquei lá. Eu tinha dito anteriormente que o melhor havia sido o da Birdy, e em suas proporções ele ainda foi o melhor, mas depois de ter ido ver Coldplay ao vivo eu não consigo parar de pensar em outra coisa a não ser isso. Isso porque eu jurava que não iria mais em nenhum show antes de ir embora de Londres, mas acabou que o pessoal do meu curso resolveu ir e me perguntaram se eu não gostaria de ir junto. Quem sou eu para negar a um pedido desses,  não é mesmo?

Depois de Alessia Cara e Lianne La Havas, Coldplay entrou após uma explosão de confetes e fogos de artificio que se mostraram presentes em alguns momentos durante a noite. Quando começaram a noite, Chris Martin falou que não há nenhum lugar como casa. Cantaram músicas antigas a pedidos dos fãs que colocavam no Instagram e músicas como Yellow, Charlie Brown, Magic levaram o público ao delírio. A acústica do Wembley é maravilhosa e nenhum momento o som saiu chiando ou com qualquer ruído inconveniente.

Como feito durante a turnê, foi dado a cada um uma pulseira que brilhava cores em determinados momentos. Foi a coisa mais colorida que já vi em toda minha vida e apesar de ter pagado 70 libras eu ainda acho que foi barato pelo tanto que aproveitei aquela noite. Uma coisa que sempre me irritou em shows é que eu sempre fui muito baixinha, então na maioria das vezes eu sempre me sinto como se houvesse um poste na minha frente me impossibilitando de enxergar qualquer detalhe do palco.

Estando no setor equivalente a pista Premium no Brasil, resolvi que sair do meio da concentração de pessoas fosse uma boa saída. Fui para o lado direito do Wembley e achei um lugar vazio perto do palco. Vazio porque o palco era muito grande então não dava para enxergar quase nada, e eu teria que então assistir pelo telão. No entanto, uma surpresa foi quando Chris acabou indo para as laterais que era exatamente onde e estava, me dando a oportunidade de tirar esta foto ao lado. E eu não tenho a mínima ideia do porque ela ter ficado com uma resolução tão ruim assim, diferente de como ficou no Instagram, mas... Foi isso:


Foi a melhor noite de todas e um ótimo jeito de me despedir de Londres! Próxima parada: Fifth Harmony em São Paulo, no Espaço das Américas. 

12 de junho de 2016

Top 5: Especial dia dos namorados

Eu estava pensando em voltar com as indicações do mês – sim, voltar, porque depois de tanto tempo sem atualizar aqui, posso admitir que acabei entrando em hiatos com elas por um tempo, uma vez que o meu tempo para leitura encurtou – no entanto, tive uma ideia melhor e trazer algo relacionado ao dia dos namorados. 

Um top 5 de casais da literatura que eu shippo* demais. Aqui a definição da palavra pra você que estava vivendo numa caverna nos últimos 2 anos e não sabe o significado: 
definição googleShippar é algo simples e maravilhoso, é você torcer por um casal. Shipper: é a pessoa que torce pelo casal. Shippar: é o ato de torcer pelo casal. Shippados: são os personagens que fazem parte do casal.

11 de junho de 2016

31 de maio de 2016

Entrevistando um Nacional: Marlon Souza #5

Em cima da hora, eu sei, mas aqui está a entrevista de maio, com o autor Marlon Souza, que publicou seu primeiro livro pela editora Autografia.


 Téo, um jovem carioca aos seus 17 anos descobre que foi infectado pelo vírus HIV, o mesmo causador da AIDS, e tem sua vida mudada por completo, depois de seu aniversário de dezoito anos, ele começa seu tratamento para prevenir que o vírus evolua. A princípio ele pensa que sua vida acabou. Até mesmo seus amigos o abandonaram quando ele decide contar sobre sua nova condição, mas com o apoio de seus pais e de seu amigo João, o único que não o deixou, ele decide que continuará sua o mais normal possível. Entre consultas médicas e suas visitas a Camila, sua psicóloga, Téo inicia seu curso de jornalismo e conhece Ana, de uma maneira inusitada, depois de algumas semanas, eles começam um novo romance, tendo seu primeiro beijo em plano Carnagay, em Cabo Frio. Agora Téo se vê entre o dilema de contar a verdade para Ana e deixar que ela se vá, ou esconder dela seu tão terrível fardo.

1. Para começarmos Marlon, nos conte um pouco sobre seu livro “Às vezes, até se tudo der errado, pode ser bom! ” Porque decidiu escrevê-lo?
O ‘Às vezes’ ´é meu primeiro livro completo escrito. Nele conhecemos a estória de Téo, que é um garoto que está prestes a completar dezoito anos e em determinado momento ele descobre que foi infectado pelo vírus HIV que é o mesmo causador da Aids. Depois da descoberta nós iremos acompanhar sua vida no decorrer de um ano, de suas dúvidas, seus medos, suas inseguranças. E conhecemos Ana, que é uma garota que ele conhece no primeiro dia de aula do seu curso de jornalismo e eles se aproximam de uma maneira inocente e se apaixonam um pelo outro. Então Téo se vê no dilema entre contar ou não sobre sua situação para Ana. Eu decidi escrevê-lo depois que eu conversei com alguns amigos sobre o HIV e eles não sabiam como o vírus é tratado no dia de hoje, como ele pode ser de certa forma ‘contida’ e de um medo particular meu.

2. Qual seu autor favorito? E porquê?
Minha autora preferida é J.K. Rowling. Acho que essa é a resposta mais normal a ser dada nos dias atuais. Mas Harry Potter foi um divisor de águas em minha vida. Eu cresci em um meio não leitor. A não ser minha mãe que lia jornal e a bíblia frequentemente, eu não tinha contatos com nenhuma pessoa leitora. Não sabia que existiam livros para ler por “diversão”, então depois que assisti Harry Potter e a pedra filosofal e eu soube que tinha livros daqueles filmes maravilhosos eu corri atrás e comecei a ler. Então devo muito do que sou a ela. Tanto por ter me tornado um leitor, quanto um escritor. Além das inúmeras mensagens que ela passa com a estória do menino bruxo, como sua própria história de vida. J.K. Rowling me inspira!

3. Qual a melhor parte em ser escritor?
Com certeza escrever! Eu me lembro até hoje a sensação de ter completado meu primeiro livro, de meses trabalhando nele dia após dia e tê-lo terminado. Foi uma sensação única.

4. Qual foi o personagem mais complexo que você já criou?
Acho que o personagem mais complexo que criei de fato foi Téo. Entrar na cabeça de um garoto de dezoito anos que acaba de descobrir que tem uma doença sem cura e que trás certas limitações pelo resto da vida não foi fácil. Precisei fazer várias pesquisas. Trabalhar bastante para não passar algo superficial, fantasioso ou sem fundamento.

5. Como foi quando você contou para sua família e amigos que escrevia e que iria publicar? Como eles reagiram? Quem mais te apoiou?
Isso foi gradativamente. Eu escrevo desde os quinze anos, mas meus textos eram só meus. Um ou outro conto/texto, eu chegava a mostrar para algum amigo. Mas só quando assinei o contrato com a editora do meu primeiro livro, que decidi contar a todos desse meu sonho louco. De lá para cá algumas coisa tem mudado bastante e hoje conto com o apoio de todos. Mesmo alguns ainda pensando que essa é uma total loucura.

6. Qual o conselho que daria para um escritor que está procurando publicar seu primeiro livro?
Não tenha pressa. A publicação é a etapa mais fácil de conseguir nos dias de hoje. Existem ‘n’ tipos de publicação. Desde independentes até as formas tradicionais. O importante é se dedicar à escrita. Tentar melhorar sempre que conseguir. Ler muito, escrever muito.

Pra quem ficou com vontade, você pode comprar o livro diretamente com ele via facebook  - R$35,00 com frete incluso -, para terminar, gostaria de agradecer ao Marlon por ter cedido a entrevista de última hora! Sucesso pra você e pra todos os escritores nacionais sempre. <3 

28 de maio de 2016

Review: Birdy em Londres 10.05.16


Jasmine van den Bogaerde, mais conhecida como Birdy, é uma cantora e compositora britânica. Quando vi o anuncio do seu show por aqui, não consegui deixar passar em branco. E ainda bem que não o fiz: 
O show da Birdy foi o melhor show que eu fui aqui em Londres. De todos eles (Boyce Avenue e The Neighbourhood) – que não foram muitos – o da Birdy foi de longe o melhor. As luzes, os instrumentos, tudo ali contribuiu para que fosse a melhor noite possível.

A abertura foi genial! Dan Owen arrasou e eu até fiquei com vontade de que o show dele durasse mais do que durou. Ele soube como deixar o pessoal animado nos seus quarenta minutos de palco! Vale a pena conferir as músicas dele no youtube <3 

21 de maio de 2016

Como fazer a capa do meu livro?

Olá leitores, depois de um tempo sem atualizar o site, vim aqui com um pequeno artigo sobre capas de livros!
Seja um livro postado no Wattpad, Clube dos Autores, Amazon e físico independente, o autor tem que tomar alguns cuidados na hora de elaborar a sua capa em relação com imagens. Há alguns bancos gratuitos de imagens que podem ser usados na hora de ir buscar a sua.  Os bancos gratuitos de imagens mais conhecidos são: