17 de abril de 2016

Entrevistando um Nacional: Esther Lya Livonius

Hey gente <3 
Faz uns consideráveis meses que não posto uma entrevista por aqui. Desde que o ano começou para ser mais exata. A última que eu fiz foi com o autor Jessé Diniz, você pode conferir aqui. A primeira entrevista do ano é com a autora Esther Lya Livonius, que publicou seu primeiro livro pela Pandorga editora. E o próximo "É Proibido Sorrir" será publicado pela Chiado.

Varke – A Cidade do Muro. Enquanto seus pacatos habitantes tentam levar uma vida normal, a cruel ditadura militar que governa o país oprime a todos com leis e penas cada vez mais duras.Em meio a esse cenário de caos, onde uma série de mortes sem explicação amedronta ainda mais a população, uma curiosa garota vai lutar contra tudo e todos para descobrir o que existe por trás dos muros e dos segredos que eles escondem.Uma emocionante história de amores e desafetos onde, apesar de tudo o que o destino nos reserva, os javalis continuam sempre marchando.Eternamente.  

1. Para começar nos fale um pouco sobre você Esther. Quando começou a escrever e porquê?
Eu escrevo há anos, falo isso porque não lembro uma data específica, eu calculo desde 2008, mas estou envolvida com esse processo de criação há mais tempo. E eu escrevo pois lia Harry Potter e gostava de criar fanfics para os filhos deles, desde então não parei.

2. Qual seu autor favorito?
Não tenho um específico. Cresci com Harry Potter, adoro a J.K. Rowling por ter sido parte da minha infância e ponto crucial para que eu começasse a escrever, mas conforme fui crescendo e lendo de tudo um pouco, aprendi a apreciar outros autores. Stephen King e Edgar Alan Poe pelo jeito misterioso e sombrio; Robert K. Massie pelo jeito fantástico em que consegue escrever uma biografia sem torna-la chata, e muitos outros.

3. Qual foi a melhor coisa que já te aconteceu até agora desde que entrou no mercado literário?
Dizer que foi o fato de ter o livro em mãos, é o clichê de todo autor. Enfim, sempre gostei das amizades que construí. Os parceiros, que se tornaram mais que parceiros, um ajuda o outro; os leitores que vem conversar comigo. Tudo isso foi uma das melhores coisas que já me aconteceu.

4. Para você, qual foi o personagem que mais gostou de criar? E qual foi o que mais se identificou?
O personagem que mais me identifiquei foi num projeto que ainda não publiquei, ela é uma fada da água, uma personalidade parecida com a minha, por mais que eu não goste de colocar pontos meus num personagem, eu a achei mais parecida comigo. Agora, o personagem que mais gostei de criar, vai depender. Joanne, uma das protagonistas de É Proibido Sorrir, e Major Gowon, de A Marcha dos Javalis, foram os que mais gostei.

5. Você está participando da antologia “Phantasia”. Sobre o que fala seu conto?
O meu conto A Ironia da Águia, é um fragmento de um projeto. Conta o drama de Aurora, uma jovem que tem o dom de se transformar em uma águia, como diz o título. Ela mora num lugar para pessoas com esse dom. Mas tem a palavra ironia, pois Aurora tem apenas 15% do equilíbrio, e sabemos que um pássaro precisa de equilíbrio para voar. E o motivo de ser drama, é algo que o leitor vai descobrir com o decorrer da história
.
6. Quais dicas você dá para autores que estão começando agora?
PP: Paciência e Persistência. Clichê? Claro que sim, mas são palavras essências para iniciantes. Manter os pés no chão, também é importante. Claro que sonhamos ter um best-seller escondido na gaveta, mas é provável que demore um pouco, que receba muitos nãos antes, Rowling recebeu doze nãos de editoras, muitos desaforos e palavras que não incentivam, falo por experiência, mas o resultado é ótimo. É trabalhoso, mas vale a pena.

Onde achar a autora? Aqui



Comente pelo Facebook

Nenhum comentário:

Postar um comentário