19 de julho de 2016

Review: Fifth Harmony em São Paulo 5.07.16

Mais uma vez, me atrasando com as postagens. Acho que não peguei o horário britânico, mesmo passando seis meses na Inglaterra. Piadinhas sem graça a parte, venho contar aqui como foi o show de Fifth Harmony, uma banda norte-americana formada por Ally Brooke, Dinah Jane Hansen, Normani Kordei, Camila Cabello e Lauren Jauregui.

Eu pensei em falar algo sobre o que aconteceu durante a semana das garotas no Brasil, e todos os acontecimentos da tour na américa latina no Twitter, mas eu resolvi juntar tudo nesse post, portanto, prepara o folego, porque eu escrevi bastante aqui. Surpresos ficamos nós, harmonizers quando descobrimos a setlist do primeiro show, que aconteceu no Peru. Fomos surpreendidos negativamente com todas as músicas do Refletcion e nenhuma do 7/27. Fiquei p* da vida? Fiquei. Pensei em trocar meu ingresso para um setor a menos do que eu tinha comprado? Pensei nisso também, mas eu resolvi esperar e ver no que ia dar antes de tomar qualquer decisão, porque por mais decepcionada que eu estivesse, eu ainda era – sou – fã dessas meninas que ganharam meu coração no X factor.

No show seguinte, elas adicionaram algumas músicas do 7/27 e se não me engano, ficou essa playlist até o final da tour no Brasil, no último show em São Paulo, no qual eu fui. Além disso, todo o problema com a segurança das meninas que havia sido agressiva demais, acabaram com as expectativas que eu vinha formando desde o ano passado. 

Quando questionadas, as meninas falaram que a setlist de Refletcion era porque a América Latina não havia tido essa mesma tour em 2014, o que é uma mentira para o Brasil, porque eu não sonhei com o Z Festival.  Talvez essa desculpa tivesse funcionado no Peru, Chile e Argentina, mas claramente que ela não teve efeito nenhum no Brasil, além de ter deixado os harmonizers loucos da vida.

As músicas que elas cantaram no Brasil foram as mesmas que elas selecionaram para o show do Peru. Provavelmente, para acalmarmos, elas aumentaram a setlist, mas ainda assim, não era o suficiente para minhas expectativas voltarem ao mesmo lugar de antes.  Fui ao show tentando não esperar muita coisa, por causa de tudo o que tinha acontecido e mesmo assim, houve falha de microfone durante We Know. Por ter comprado Premium, fiquei pertinho das meninas, e eu achei que pouca gente ficou na fila comparando com 2014, a fila da comum parecia estar quase que vazia. (Isso do meu ponto de vista, ok? Ok.).

E com tudo isso dito, você pode me perguntar a “mas então você odiou o show, ceto?”. Errado. Talvez eu receba um certificado de trouxa, porque só sendo Harmonizer mesmo. Gritei. Berrei. Cantei. Eu estava tão pertinho delas e se tem uma coisa que Fifth Harmony tem é uma boa presença no palco, além é claro, da potência vocal das meninas que me deixou de boca aberta a noite inteira.

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